O ballet vai ao cinema, gente. Mais uma vez o Cinemark traz uma temporada de ópera e dança. Desta vez com a Royal Opera House. No programa de dança, Gisele e Romeu e Julieta (AO VIVO - para tudo!).
Confira tudo no site.
Bailarin@s,
Don Quixote é um dos meus repertórios favoritos. Alegre, sensual, engraçado. Toda bailarina quer ser Kitry, não é mesmo? E existem papéis para todo tipo de aluno.
Minha amiga Lucienne me mandou os dois primeiros vídeos, que compartilho com vocês.
Don Quixote Opera de Paris II Ato - Rainha das Dríades, com Delphine Moussin
Essa variação acontece na parte do ballet Don Quixote chamada "Sonho": desacordado pelo tombo que tomou lutando contra o moinho de vento, Dom
Quixote tem um sonho encantado com a imagem de Kitry e sua amada
Dulcinéia. Nesse sonho ele é flechado pelo cupido e confundido pelas
dríades, que nunca deixam que ele se aproxime de sua amada.
É uma variação belíssima e que foge do resto do ballet completo, por ser muito lírica. Algumas companhias usam a mesma coreografia e música para a variação de Medora em O Corsário.
Don Quixote, Sonho, com Cynthia Harvey American Ballet Theatre, 1983
Ainda em "Sonho", aqui vemos Cynthia Harvey no papel principal, Kitry, em uma variação que também foge dos elementos mais "calientes" de Don Quixote (o que volta a acontecer em grande estilo no último ato).
Sentiram a diferença? Não é incrível tanta diversidade e riqueza em um só ballet?
Baseado na história de Charles Perrault sobre
uma princesa recém-nascida que é amaldiçoada pela fada Carabosse a
furar o dedo e morrer, A Bela Adormecida é visto como o auge da dança clássica e a
grande realização da carreira de Petipa.
Com música inspiradora, riqueza coreográfica e produção luxuosa, A Bela Adormecida definiu o ballet como uma importante arte e inspirou muitos coreógrafos de seus dias e foi reconhecido como sendo “de todas as artes” por Alexander Benois, porque todos os elementos do ballet em sua estréia atuaram com igual peso.
Por volta de 1888, a audiência estava deixando de ir ao teatro e o
diretor dos teatros imperiais Ivan Alexandrovitch Vsevolozhsky,
escolhido pelo czar, sugeriu a Petipa
que montasse A Bela Adormecida como forma de reavivar o interesse do
público (e também como forma de dar uma última chance ao mestre de ballet,
uma vez que estava quase o dispensando), o que não agradou muito a
Petipa no começo, já que não gostava da idéia de alguém lhe dizendo o
que deveria montar.
O grande diferencial em Vsevolozhsky foi que
ele fez com que todos os artistas envolvidos no projeto soubessem o que
os outros estavam fazendo, pois naquela época, quando havia a produção
de uma peça, cada artista trabalhava separadamente. No caso de A Bela
adormecida, Vsevolozhsky desenhou as roupas e escreveu o libreto,
enviando-o a Tchaikovsky e também escrevendo a ele sobre a concepção que
tinha do que deveria ser: uma obra para reviver os ballets dos tempos da corte de Louis XIV, idéia que muito entusiasmou ao compositor.
No entanto, pela má experiência com Julius Reisinger em O Lago dos Cisnes,
Tchaikosvky se reuniu com Petipa várias vezes para que o coreógrafo lhe
desse instruções sobre que tipo de música que queria para o ballet,
instruções que Tchaikovsky seguiu acrescentando sua criatividade,
concluindo sua tarefa rapidamente. Ele estava realmente empolgado com o
tema e as idéias sobre o ballet, o que fez com que entre outubro de 1888 e maio de 1889 tenha trabalhado o ballet
inteiro num total de 40 dias. Tanta empolgação e talento foram
recompensados com o reconhecimento da música (ele ganhou 3000 rublos de
contrato e mais 2000 de bônus pela música ser tão boa), que serve como
verdadeiro ponto de coesão para o ballet, já que este é composto de muitos divertissements no meio da história.
Os ensaios começaram em agosto de 1889, durante os quais Petipa pediu
alterações na partitura à medida que ia desenhando a coreografia e a
encenação.
Em 15 de janeiro de 1890 A Bela Adormecida estreou no Teatro Maryinski com a bailarina Carlotta Brianza como
Aurora, que encantou o público pela sua excelente técnica e seu brilho
no palco. Apesar de ser um sucesso com público, A Bela Adormecida não
foi uma unanimidade entre os críticos, pois alguns reclamaram que a
produção havia sido demasiado luxuosa e que a música de Tchaikovsky era
muito séria. Além disso Tchaikovsky ficou decepcionado com o comentário
do czar que avaliou sua música como apenas “muito boa”, pois o
compositor reconheceu na música de A Bela Adormecida um dos seus
melhores trabalhos.
Apesar das controvérsias, no entanto, o ballet se tornou rapidamente popular, tendo sido apresentado 50 vezes entre sua estréia e o final de 1892.
Atualmente o ballet não é encenado com todos os divertissiments
criados para ele, uma vez que tornam a produção muito longa e também a
montagem não é tão dispendiosa como nos dias de sua estréia, uma vez
que muitas companhias não podem suportar tais gastos. Comumente é
encenada uma peça condensada do ballet chamada As Bodas de Aurora.
Curiosidades:
A versão de Tchaikovsky/Petipa não foi a primeira ser dada para o conto de fadas. Enrico Cecchetti participou do ballet, tendo sido a primeira Carabosse e o primeiro pássaro azul.
A variação da fada Violante (a fada dos dedos) incorporou movimentos
que lembravam descargas de energia para representar a natureza da
eletricidade, novidade na época.
A Bela Adormecida foi o primeiro ballet assistido por Anna Pavlova e que a fez querer ser bailarina.
A aparição de Apolo no final do ballet é uma homenagem á Louis XIV.
Libreto: Marius Petipa e Alexandrovitch Ivan Vsevolozhsky
Música: Pyotr Ilyich Tchaikovsky
Coreografia: Marius Petipa
Prólogo: No salão do palácio Cattalabutte, o
mestre de cerimônias recebe os convidados para o batizado da
recém-nascida princesa Aurora e os dirige a seus respectivos lugares, os
pais da criança fazem sua entrada e são reverenciados. As fadas do
reino chegam e começam a oferecer seus presentes à princesa, porém antes
que a fada mais poderosa na festa, a Fada dos Lilases, ofereça seu
presente, um trovão é ouvido e os soldados entram aterrorizados
anunciando a chegada de Carabosse, a fada mais poderosa de todo o reino.
Consultando a lista de convidados, o rei Florestan XIV descobre que a
fada não foi convidada por Cattalabutte, que acreditava que, de tão
velha, Carabosse já estava morta. Ela faz sua entrada numa carruagem
carregada por ratos e ataca Cattalabutte, arrancando seu cabelo e dando
aos ratos. Furiosa, ela lança uma maldição sobre a menina: ela crescerá
linda e encantadora, mas um dia espetará seu dedo e morrerá. A rainha
implora pela vida de sua filha, mas Carabosse se prepara para ir-se
quando é interrompida pela Fada dos Lilases, que diz que a menina não
morrerá, mas dormirá profundamente durante muito tempo até ser
despertada pelo beijo de um homem nobre que a ame.
Carabosse,
revoltada apela para as outras fadas e não recebendo ajuda vai embora.
Os pais da menina e toda a corte prometem protegê-la.
Ato I: Vinte anos depois, nos jardins do palácio,
todos os preparativos para a festa de aniversário de Aurora são feitos
quando um bando de mulheres, portanto objetos afiados, é descoberto por
Cattalabutte, que tenta mandá-las embora antes que o rei as veja. O rei
vendo os objetos que foram proibidos condena as mulheres, mas quatro
príncipes intercedem por elas. A tensão se esvai e uma valsa com
guirlandas é dançada pelos camponeses. A princesa chega e é cortejada
pelos quatro príncipes. No entanto, no decorrer da festa uma pessoa
vestida de preto presenteia Aurora com agulhas, que nunca tendo visto
tais objetos começa a brincar com elas e espeta o dedo. A princesa cai
desmaiada e a pessoa se revela ser Carabosse, que numa gargalhada,
desaparece triunfante. A Fada dos Lilases aparece e garante que a
princesa não está morta e que a levem para seus aposentos. Após isso, a
fada faz com que todos no reino durmam e que uma densa vegetação o
cubra.
Ato II:
Cena I: Cem anos depois durante uma caçada, o
príncipe Desiré está melancólico e pede a seu acompanhantes que o deixem
só. Então tem uma visão da princesa Aurora enviada pela Fada dos
Lilases. Encantado com sua beleza, pergunta quem é ela e a fada, com sua
magia, torna a imagem de Aurora tão real como se ela realmente
estivesse na floresta, o príncipe dança com ela, então a visão se
desvanece. Desiré implora à fada que o leve até a princesa e ela o
convida a entrar no barco que os levará até Aurora. Ao chegar ás portas
do castelo, o príncipe luta contra Carabosse e , vencendo a luta,
desperta a princesa Aurora com um beijo.
Panorama: O bote desliza sobre o rio enquanto a Fada dos Lilases explica ao príncipe o que aconteceu.
Cena II: Desiré e fada chegam aos jardins do
palácio onde todos ainda estão dormindo, entram no quarto de Aurora e o
príncipe pergunta o que deve fazer. Ao ser pedido para pensar, Desiré
avança em direção à cama e deposita um beijo na testa de Aurora. Todos
acordam enquanto a poeira e as teias de aranha somem. Desiré pede a mão
de Aurora ao rei Florestan XIV, que é concedida.
Ato III: O castelo é preparado para o casamento da
princesa Aurora e do príncipe Desiré. À celebração comparecem as fadas
(até mesmo Carabosse) e vários personagens de contos de fadas como gato
de botas, pássaro azul e Cinderela.
Finalmente, Aurora e Desiré se casam e recebem a bênção da fada dos lilases.
Apoteose: Apolo preside uma reunião entra as fadas
Observação: Em algumas versões, o nome do príncipe foi mudado para Florimund.
Esse ballet em dois atos conta a história de
Paquita, criada por ciganos, que salva a vida do filho de um general
francês, Lucien. Sua estréia foi em 1 de Abril de 1846, na Academia Real
de Música de Paris, com libreto de Joseph Mazilier e Pierre Foucher e
coreografia de Joseph Mazilier, com música de Edouard Marie Ernest
Deldevez. No ano seguinte, Petipa o produziu como
seu trabalho de estréia para o Ballet Imperial e, em 1881, pediu a
Minkus, que adicionasse música para um Pas de Trois (coda), que foi levado para Ato I e uma mazurka para crianças e um Grand Pas, ambos a serem acrescentados ao final do ballet, daí o porquê de muitas músicas lembrarem Don Quixote. É por essas peças que o ballet é mais conhecido. Com Carlotta Grisi no papel-título e Lucien Petipa como Lucien. Foi fruto dos gostos exóticos do ballet
romântico que prezavam tons de outras culturas. A história se passa na
Espanha, durante o período em que o país enfrentava a invasão
napoleônica, e conta a história de Paquita, uma moça que foi raptada na
infância por ciganos, que mataram seus pais e a criaram. Ela conhece
Lucien d’Hervilly, filho de um general francês, que logo se apaixona por
ela. Lucien, porém, está comprometido com Serafina, filha de um
governador espanhol, D. Lopez de Mendonza. Um compromisso feito por
razões políticas e que não empolga a nenhum dos dois envolvidos e
enfurece Mendonza, que não deseja ver sua filha casada com um francês.
No começo, Paquita não aceita as investidas de Lucien, por ser de um
nível social inferior ao do rapaz. O casal também tem que lidar com
Inigo, um cigano apaixonado por Paquita e que trama com governador para
matar Lucien. O nobre é levado à casa de Inigo para ser assassinado, mas
Paquita o alerta, frustrando os planos do cigano. O clímax surge quando
os apaixonados descobrem que Paquita é nobre, prima de Lucien e os dois
podem se casar. A coreografia por Mazilier foi criada para explorar as
grandes habilidades de Carlotta Grisi, que já havia encantado platéias
com sua Giselle cinco anos antes da estréia de Paquita. De Giselle
também veio o intérprete de Lucien, o bailarino Lucien Petipa, que havia
sido o Albretch de Carlotta. O divertissement final acrescentado por Petipa é uma mostra do mais puro classicismo, com brilhantes passagens de virtuosismo. Como o ballet
logo desapareceu dos palcos de Paris na segunda metade do século XIX,
mas na Rússia continuou a ser encenado até os anos XX, a coreografia de
Mazilier se perdeu e o ballet passou a ser conhecido pelo Grand Pas de Petipa. Na Rússia o então diretor do Kirov, Oleg Vinagrodov, transformou o Pas de Trois e o Grand Pas em um divertissement, em 1978. Antes disso, o ballet
havia recebido versões de Danilova, Balanchine e Nureyev. Sua versão,
no entanto, utiliza a história de uma maneira ligeira, como um mero
pretexto para as danças. Inclusive variações virtuosas para homens, que
no original eram feitas por mulheres en travesti. Em 2001, Pierre Lacotte recriou o ballet
em sua pantomima original. Essa versão utiliza bastante mímica para
contar a história e resgata se não a coreografia de Mazilier, o estilo
de dançar do século XIX.
Ato I, cena I: O grupo de um nobre, Lucien, para em um acampamento
cigano para descansar. Lá, ele conhece Paquita e logo se apaixona por
ela. A moça, no entanto é alvo das atenções de Inigo, o chefe dos
ciganos e começa a tramar contra a vida do rapaz e o convida para
jantar. Lucien, por sua vez, já está comprometido.
Ato I, cena II: Mostra a casa de Inigo e Paquita. Inigo e o
governador conspiram para matar Lucien. O plano consiste em drogar
Lucien durante um jantar para poder esfaqueá-lo. No entanto, Paquita
ouve a conversa e avisa a Lucien e os dois fogem da casa. Essa cena é
feita de mímica na maior parte.
Ato II: Enquanto acontecem os preparativos para o casamento entre
Lucien e Serafina, ele chega com Paquita e pede que ela se case com ele.
Ela não quer aceitar por ser cigana, mas ela percebe um retrato igual
ao que ela leva em um camafeu, descobrindo que além de nobre, é prima de
Lucien. Dessa forma, eles podem casar. É nesse ato que podemos ver o
famoso Grand Pas Classique.
Bailarin@s,
Estou ensinando (em caráter de conhecimento mesmo - e, quem sabe talvez para as apresentações do ano), algumas variações para a turma do meu grupo de dança (começamos no sábado, yey!!!!).
Para facilitar a vida, aqui vão elas. Logo mais posto as histórias desses ballets tão legais.
Estudem, estudem, estudem. Sim, na dança o conhecimento teórico também faz milagres pelo corpo.
Beijo grande, boa semana.
Variações de Paquita:
Variação Fada dos Dedos - Fada Golden Vine ou Brave Fairy ou Violente (olha que legal, temos várias versões no primeiro vídeo: Bolshoi Ballet 1989, Kirov/Mariinsky 1990s, Royal Ballet 2006, Mariinsky 2006)
A turma de Ballet Adulto de sábado com a professora Ana Yazlle (vulgo eu, rsrsrs) iniciará no dia 4/2.
10h às 11h - aula
11h às 12h - ensaio
O ensaio será para formarmos um grupo para se apresentar em festivais tanto da escola quanto eventos diversos, concursos, etc.
A hora de ensaio não será cobrada mas deve haver o comprometimento de participar de todas as nossas apresentações.
Haverá aula de alongamento na sexta-feira, que poderá ser feito nos horários 9h, 17h ou 19h.
Façam as suas inscrições!
Danz'Arte Escola de Ballet
Rua Carlos Weber, 1060, Vila Hamburguesa
Fone: 3831-2788
Dica da @samcoppola
Direto do site do GNT
Por: Pollyana de Moraes
Make de bailarina com sombra preta é ideal para a noite. O balé foi a grande inspiração da estilista Bianca Marques para sua coleção outono-inverno 2012 no Fashion Rio. Para fazer jus ao drama e à intensidade do look da bailarina, o maquiador Max Weber caprichou nos olhos bem marcados com sompra preta e cílios curvados. “A dica que eu dou é fazer os olhos primeiro e depois seguir com o restante da maquiagem, para que a pele não fica borrada com o pó da sombra que pode cair”, ensina ele. Max diz ainda que, quem quiser deixar o olhar mais brilhoso, pode usar lápis branco na parte inferior dos olhos. O GNT foi até o backstage da grife para saber como o look é feito. Confira o passo a passo.
Achei a reportagem bem fiel ao que já costumamos fazer mesmo, porque os olhos são o ponto forte da maquiagem da bailarina. Eu quase sempre uso sombra amarela claríssima no canto interno e vou escurecendo em direção ao côncavo. Dependendo da personagem, gosto de abusar do batom vermelhão (Kitry, Esmeralda). Para outras, um rosa queimado. E uma curiosidade: quando danço Bela Adormecida, faço uma pinta na bochecha. Não sei se onde tirei isso, mas pra mim Aurora tem essa pinta. Ela me deu sorte e pronto, criei uma mania.
Abaixo um passo a passo de como eu faço minha maquiagem:
1 - Limpe bem a pele e passe um primer ou hidratante não-oleoso (eu uso o Neutrogena Ultra-Light).
2- Espalhe com a ponta dos dedos uma base de boa cobertura do tom exato da sua pele (não precisa e não fica legal se for mais clara). Gosto bastante da Normaderm da Vichy, que não é melada e segura o suor das apresentações. Além disso ela tem fator de proteção solar, de que não abro mão.
3 - Passe corretivo na parte abaixo dos olhos. Esse, sim, deve ser um tom mais claro que sua pele (isso funciona bem para o palco, mas na vida "real" é perigoso: pode dar aquele look panda ao contrário, olheiras brancas medonhaaaas). O da Natura é legal para isso, pois tem boa fixação e é esbranquiçado.
4 - Capriche no pó facial. Não tem perigo carregar e ficar com cara de vovó cheia de pó de arroz, porque é palco. Eu uso também um tom mais claro que minha pele, e alterno o Studio Fix com o Blot, ambos da MAC. Dependendo do dia, se preciso de mais cobertura, vou de Studio Fix. Se vou ficar pouco tempo no palco e pode ser algo mais leve, uma pincelada do Blot segura tudo.
5 - Faça um traço fino com lápis preto na parte de cima dos olhos, esticando o traço em diagonal acima dos olhos, como se fosse um V (é o famoso V-shape). Faça a mesma coisa na parte de baixo dos olhos. Você pode fazer na parte interna ou na parte externa (como na foto, usando lápis branco na parte interna). E ficará mesmo com dois traços, a grande sacada é essa. Tudo isso aumenta os olhos no palco. Eu costumo usar o lápis preto kajal da Natura para essa parte. A ponta de borracha dele é fácil para "puxar" o traço pra cima.
6 - Comece passando a sombra clara na parte interna dos olhos. Pode carregar. Passo sombra branca ou iluminador logo abaixo da sombrancelha e abaixo do traçado preto inferior. No meio da pálpebra, uso sombra marrom ou grafite. E aí faço o côncavo com uma sombra bem escura, aproveitando a linha traçada pelo lápis preto como limite.
7 - Cole os cílios postiços.
8 - Enquanto espera secar, passe o blush, bem forte, nas maçãs do rosto. Uso da MAC e alterno entre um mais terroso e um mais rosado, dependendo da personagem.
9 - Passe o batom.
10 - Finalize os olhos. Em cima de todos os traçados pretos, passe um traço fino de delineador, para reforçá-los bem.
Depois da maquiagem pronta, você ainda pode passar um pouco de sombra marrom nos ossinhos da saboneteira e em alguns músculos que ficam expostos no palco. Homens fazem muito isso para realçar os "gominhos" do abdômen.
Alguns personagens pedem maquiagens especiais. Não é o caso do Cisne Negro, mas a versão para o cinema, interpretada por Natalie Portman, tinha um ar mais dramático e uma remontagem moderninha. Dá pra copiar do vídeo aí também.
É isso, bailarin@s. Deu ou não deu vontade de dançar de verdade?
guardem os sábados de manhã de suas
agendas para dançar!
Como adiantei aqui no blog, neste ano darei
aulas de ballet para adultos (nível iniciante, intermediário e avançado) e juntamente com a Danz'Arte criei um grupo de dança para quem quiser esticar um pouquinho
mais a vontade de pisar no palco.
As aulas acontecerão no Alto da Lapa,
zona oeste de São Paulo, e o formato que imagino para o grupo é o seguinte:
- Serão duas horas aos sábados, na Danz'Arte, começando às 9h.
- Na primeira hora, aula de ballet clássico voltado para adultos
(desde iniciantes). Na segunda hora, ensaio do Grupo.
- O valor da mensalidade da aula é especial para os participantes do Grupo.
Bailarin@s,
quem se interessar em fazer parte de um grupo de dança para adultos (nível iniciante, intermediário e avançado) me mande um e-mail com o título Grupo de Dança 2012 e vamos conversando.
A ideia inicial é fazer aula e ensaio aos sábados de manhã, no Alto da Lapa, em São Paulo.
Valendo!